Quando vivenciamos dificuldades que não parecem melhorar com as estratégias que utilizamos atualmente, podemos nos perguntar se a terapia poderia ajudar. Pesamos os prós e os contras e, muitas vezes, somos puxados para um lado e depois para outro, sem saber qual é a decisão certa a tomar.
Estas são algumas ideias para refletir ao considerar a busca por ajuda profissional.
A terapia tem se mostrado eficaz em ajudar os clientes a:
- Alcançar um melhor manejo da ansiedade, depressão, raiva ou outras emoções desafiadoras. Esses sentimentos podem ser resultado de estresse atual causado por desemprego, perdas pessoais, doenças, entre outros fatores, ou de eventos traumáticos precoces.
- Lidar com desafios em seus relacionamentos, como estresse conjugal, crises familiares e conflitos entre pais e filhos, que podem tê-los deixado com sentimentos de solidão, raiva ou ressentimento.
- Desenvolver maior autoestima e autoconfiança.
- Obter um melhor autoconhecimento. Isso pode envolver revisitar com segurança eventos da infância, utilizando-os como catalisadores para crescimento e maior consciência de si.
- Adquirir habilidades que os capacitem a alcançar objetivos de vida.
Pode ser difícil falar abertamente sobre nossos desafios pessoais. De certa forma, a terapia é um salto de fé. A mudança pode ser assustadora, e muitas vezes é tentador evitar enfrentar questões dolorosas.
Frequentemente tentamos fugir da dor: nos anestesiando ao nos manter ocupados, abusando de substâncias, comendo em excesso e utilizando outras estratégias de evitação. Isso muitas vezes resulta em depressão, ansiedade e uma vida sem direção.
O compromisso com mudanças positivas exige coragem para realizar o trabalho interno necessário, que é muitas vezes fundamental para esclarecer e concretizar nossos sonhos e objetivos. Ele dá voz ao nosso caráter único e às nossas necessidades pessoais, ajudando-nos a alcançar uma vida com propósito e realização.
As abordagens nas quais sou treinada e que utilizo principalmente são: